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sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Caríssimo,



Lá vai a tarde; não ouço os sons de adeus. E caminha sozinha. E não encontra respostas, também não pergunta se o amanhã será duramente quente.
Sem socorro estão as árvores. O bem-te-vi que cantava aqui fugiu. E as lagoas choram tristes sem as garças para desfilarem ao banhar.
E fico confusa diante das folhas ao chão. Vejo os galhos vazios, sem vozes de pássaros. Queria que meu coração falasse; mas apenas me abraça de uma forma calada. Parece que entende o valor do silêncio da tarde.
Sozinha a tarde vai com meu olhar... E leva minha saudade pra meu amor.

Um beijo. 

5 comentários:

Emmanuel Almeida disse...

Que ele receba estas palavras com ternura e amor!

ONG ALERTA disse...

Refletir é usar o coracáo, beijo Lisette.

Luis Nantes® disse...

Obrigado pela visita e também pelo seu comentário que só vai enriquecer muito meu espaço, viu? Seja bem vinda lá e volte sempre...
Aqui, nesse belíssimo local, só poderia manifestar minha alegria sendo seu seguidor e fã, desde que autorize é claro, né?
Aquela imagem do seu perfil, além de sua pessoa, o campo, roça... Sensacional, tá? Sou caipira nato...
Beijos

Sônia Silvino disse...

Ah... esse coração!
Beijocas, muitas!

manuel marques disse...

"BILHETE
Se tu me amas, ama-me baixinho
Não o grites de cima dos telhados
Deixa em paz os passarinhos
Deixa em paz a mim!
Se me queres,
enfim,
tem de ser bem devagarinho, Amada,
que a vida é breve, e o amor mais breve ainda..."

Mário Quintana

Abraço.